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Ecommerce ou e-commerce – cada um escreve de um jeito – é um termo em inglês para comércio eletrônico, ou seja, vendas pela internet.

O que é Ecommerce

Geralmente, são vendidos neste segmento produtos ou serviços que estamos acostumados a ver e consumir por aí quando caminhamos em um shopping.

Na verdade, a internet facilita a venda de quase tudo que existe. Basta anunciar em sites de classificados ou compartilhar algo relevante nas redes sociais que rapidamente surgem dezenas de interessados em negociar o que você está vendendo.

Entretanto, é preciso definir algumas coisas para não descaracterizar o Ecommerce.

Um Ecommerce é realmente considerado quando…

No Ecommerce, o empreendedor constrói uma loja virtual. Nestes casos, independentemente do produto – o comerciante pode vender qualquer coisa – a transação deve ser realizada inteiramente pela internet, ou seja, o processo de pagamento deve ser online.

Isso quer dizer que o consumidor entrou no site, escolheu o produto e realizou o pagamento pelo site. Agora é só esperar! A loja recebeu o pedido, despachou o produto pela transportadora ou Correios, e fará a entrega no endereço informado.

Há, também, outros casos,  como quando o empreendedor vende seus produtos em sites de terceiros, Marketplaces e outras plataformas. Neste caso, também é necessário que o consumidor efetue a compra online. Isso é Ecommerce!

Ou seja: Ecommerce é todo tipo de venda que se dá totalmente via internet.

Como tudo começou

O Ecommerce é um mercado relativamente novo no Brasil e no mundo. Ele tem aproximadamente 25 anos de existência, desde o surgimento da primeira loja virtual – no inicio dos anos 90 – até os dias atuais.

Esse mercado ganhou força por volta de 1994, quando um americano chamado Jeff Bezos iniciou – com pouquíssimo investimento na garagem de casa – uma loja virtual de livros.

Criada despretensiosamente, a empresa se tornou a gigante Amazon. Tenho certeza que você já escutou falar, não é mesmo?

Ecommerce no Brasil

ecommerceA história do Ecommerce no Brasil também seguiu esse caminho. Ela nasce quando o empreendedor brasileiro Jack London visita os Estados Unidos.

Ele viajou para Seattle, onde está localizada a sede da Amazon – e bateu na porta da empresa pedindo para conhecer a companhia e aprender um pouco mais sobre a sua história.

Como não poderia deixar de ser, gostou do que viu. Impressionado, London voltou para o Brasil e se empenhou em montar a Booknet, primeira loja virtual brasileira. Ela entrou no ar em fevereiro de 1996.

O desenvolvimento do Ecommerce

Se ainda existem hoje dificuldades para montar um Ecommerce, já imaginou como era difícil fazer isso naquela época? Isso porque não existiam plataformas de comércio eletrônico, muito menos gateways de pagamento, redes sociais ou ferramentas como o Google.

Nada parecido com o que temos hoje, pois a internet no Brasil não passava nem 20 mil usuários. Apesar de todas as dificuldades, ele conseguiu.

O site de Jack London prosperou com muita rapidez  – “bombou” mesmo – e a empresa chegou a abrir o capital na Nasdaq (Bolsa de Valores de Empresas de Tecnologia em Nova York).

Depois de alguns anos, o empreendedor vendeu o site para outro grupo de empresários. A BookNet encerrou suas operações e passou por uma reestrutura interna.

Logo depois, voltou com outro nome: Submarino.

Depois disso, o mercado de vendas online foi popularizado e cresceu muito rápido.  Em seguida, surge em nos Estados Unidos o Ebay e, posteriormente, o Mercado Livre é criado, no Brasil.

As grandes lojas que temos hoje, como Americanas, Saraiva, entre outras, entraram no mercado no fim dos anos 90 e inicio dos anos 2000.

De lá para cá, o Ecommerce vem crescendo em ritmo acelerado no Brasil e no resto do mundo. Estima-se que, atualmente, o comércio eletrônico já some mais de U$ 1 trilhão em vendas anuais em todo o planeta.

Ecommerce: mercado em expansão

De acordo com um estudo publicado pela eMarketer, o setor de comércio eletrônico experimentará um crescimento de dois dígitos até 2020, quando as vendas deverão exceder US$ 4 trilhões.

Poucas indústrias podem se orgulhar de um futuro tão brilhante, o que faz com que a expectativa para o mundo do Ecommerce seja ainda mais emocionante.  O crescimento do comércio eletrônico global é gigante e nem é preciso esperar o futuro para isso. Em 2017, já atingia cerca de US$ 2,3 trilhões.

De acordo com uma projeção realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor de Ecommerce brasileiro deve obter um faturamento de cerca de R$ 40 bilhões apenas no segundo semestre de 2018.

Segundo a associação, o montante representará um crescimento no setor de 15% quando comparado com o mesmo período de 2017.

A entidade explica que existe uma razão para os empreendedores faturarem mais no segundo semestre: o aquecimento do mercado com as datas sazonais e de grande importância para o varejo, como o Dia dos Pais, a Black Friday e o Natal.

O estudo realizado pela ABComm apontou, também, que o tíquete médio neste período deve somar R$ 310, totalizando cerca de 122 milhões de pedidos.

A expectativa entre os empresários é grande para este semestre, uma vez que o ano anterior foi um período difícil para a economia brasileira, apesar do Ecommerce ter demonstrado sua vocação para crescer mesmo em períodos de crise.

Entretanto, apesar da baixa na economia no ano passado, dados da ABComm contabilizaram mais de 203 milhões de pacotes enviados pelo comércio eletrônico para os consumidores. O tíquete médio em 2017 alcançou R$ 294 e, entre os itens mais comprados, destaca-se, em primeiro lugar, a categoria de Eletroeletrônicos, seguida de Óticas e Acessórios e Acessórios Automotivos.

Categorias do Ecommerce

Tradicionalmente, há três tipos de categorias de Ecommerce no Brasil:

  • B2C (Business to Consumer)
  • B2B (Business to Business)
  • C2C (Consumer to Consumer)

Vamos ver o que significa cada um deles:

B2C (Business to Consumer)

Esse é o Ecommerce mais popular dos três modelos. Nele, fabricantes, revendedores ou varejistas criam suas lojas virtuais para vender para consumidores finais. É o varejo tradicional.

B2B (Business to Business)

Não tão massificado ainda no Brasil, são lojas virtuais criadas por fabricantes ou distribuidores. Tem o objetivo de vender exclusivamente para empresas.

É utilizado, em geral, por revendedores menores que vendem o produto para o consumidor final no varejo. Basicamente, esse é o Ecommerce de atacado.

C2C (Consumer to Consumer)

Aqui, são enquadrados sites em que qualquer pessoa pode cadastrar um produto e vender para outra pessoa. São os chamados marketplaces. O exemplo mais comum é o Mercado Livre, mas também podemos enquadrar sites como Elo7, Enjoei, OLX e Bom Negócio.

Como Começar um Ecommerce?

ecommerceSe você trabalha com comércio de produtos e quer expandir seus negócios vendendo pela internet, investir em um projeto de Ecommerce representará um grande negócio.

É sabido que existe um pouco de complexidade e concorrência na internet, porém não é nada que você não consiga enfrentar.

Para ter sucesso no comércio eletrônico, você tem que seguir a estratégia correta. Em primeiro lugar, é preciso entender que Ecommerce não significa apenas montar uma lojinha na internet.

Se você começou a pesquisar esse mercado agora, a primeira recomendação é que você estude bastante esse mercado.

Aqui, no Ecommerce na Prática, temos muito conteúdo pra você fazer isso! Realizar um curso de Ecommerce online é uma grande sacada, até mesmo gratuitos.

Todos os créditos para Inovabr

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